terça-feira, 5 de abril de 2011

um pouco de atenção sobre o respeito do brincar


Brincar é fundamental



             O brincar é fundamental na vida das crianças e nos mostra de diversas formas que  brincando se aprende e desenvolvem aimaginação e faz com que a criança seja mais natural e através das brincadeiras as mesmas demosntra alegria e prazer em tudo que está em seu redor, ou seja ela tem mais facilidade em conhecer as cores, tamanhos entre outros. O brincar na fase infantil precisa ser respeitado, apesar que em muitas escolas nos dias de hoje, tem uma grande preocupação em desenvolver atividades lúdicas envolvendo o ensino aprendizagem. Nas escolas os jogos e brincadeiras sempre foi motivo de inúmeros estudos e várias abordagens no decorrer da história, de acordo com a corrente de pensamento predominante e dos teóricos que a sustentaram. O brincar assume papel tão
importante no desenvolvimento da criança em todos os seus aspectos, que para
garantir esse direito, devido a preocupação em  vários sentidos em relação aos jogos e brincadeiras, que sentimos a necessidade em pesquisar na teoria e também na prática como se dá a inserção do brincar no cotidiano da sala de aula e a utilização de jogos e brincadeiras para o desenvolvimento cognitivo e aprendizagens significativas, por esse  motivo e entre outros que sentimos a necessidade em acompanhar e observar como ocorrem esse procedimento no interior da sala de aula, e também levar como proposta de um trabalho de pesquisa para desenvolver nos debates da sala do professor, ou seja,  o objetivo desse trabalho foi o de investigar a inserção do brincar na prática docente como integrante do processo ensino aprendizagem,destacando a importância e necessidade de garantir o uso de brincadeiras ejogos na escola, tendo como eixo condutor o papel que a ação docente desempenha. Ao estudar as características que o jogo e a brincadeira assumem nos vários períodos do desenvolvimento fundamentou-se em Piaget (1990), em
Vygotsky (1994) ao dar suporte teórico para o papel mediador do professor e em Leontiev
(1991) ao considerar o brincar como atividade principal no desenvolvimento psíquico da criança.



                                                                        A
                                                             Sabe-Tudo





Sabe-tudo
era o apelido pelo qual todos os habitantes do bosque conheciam a tartaruga.
Quem tivesse algum problema a resolver ou dúvida para esclarecer era só ir à
casinha da Sabe-tudo, para ver seu caso resolvido. Para dizer a verdade, a tartaruga
passava as suas horas livres consultando livros e enciclopédias. Interessava-se
por todos os temas existentes e por existir. Que curiosidade insaciável tinha
ela!
- Desculpe-me, tartaruga, mas eu estava interessada
em conhecer a ilha de Ceilão e... Diz timidamente a raposa.
- ... E
não consegue encontrar a resposta, não é verdade? Bem, não se preocupe que já
lhe explico, querida amiga, responde a tartaruga, com sua tradicional
amabilidade. Vejamos. A ilha de Ceilão está situada no Oceano Índico, ao sul da
Península Indostânica ou da atual Índia. Esclarecida a dúvida.

- Oh, obrigada, obrigada, Sabe... Quer dizer, amiga tartaruga! Responde embaraçada a
raposa.
A Sabe-tudo sorri compreensiva. É claro que conhece
a alcunha que os seus vizinhos lhe puseram. Isso não a incomoda, pois adivinha
o sentimento de admiração que se esconde por trás dela.
Os anos passam e os conhecimentos da tartaruga
tornam-se imensos, a tal ponto que ela começa a tornar-se exigente e crítica
com os seus vizinhos. Com mania de perfeição, torna insuportável a vida dos
outros. De uma amiga brilhante e admirada por todos converte-se em uma criatura
amarga e insatisfeita que, além disso, recebe a hostilidade de quem a rodeia.
A modéstia é uma virtude muito necessária,
sobretudo para aqueles superdotados, que se destacam pelo seu próprio brilho.
Sem a modéstia, o conhecimento é inútil, pois não será repartido com os outros
que o têm em menor quantidade.

 

A
águia e a seta

Uma águia pousada num penhasco olhava com
muita atenção para todos os lados procurando uma presa. Um caçador, escondido
numa fenda da montanha e em busca de caça, viu a águia lá em cima e lançou uma
seta. A haste da seta penetrou no peito da águia e atravessou seu coração.
Pouco antes de morrer, a águia fixou os olhos na seta:
- Ah, sorte ingrata! – exclamou. – Morrer
desse jeito... Mas o mais triste é ver que a seta que me mata tem penas de
águia!

Moral:
As desgraças para as quais nós mesmos contribuímos são duplamente amargas.